1. 🚫 Nunca na main/master
Sempre criar branch própria: feature/nome, fix/nome, refactor/nome, hotfix/nome.
2. 💾 Commits atômicos
Pequenos e claros: feat, fix, refactor, docs, test, chore.
3. 🧪 Sempre testar antes
Validação local obrigatória: build, lint, testes, fluxo alterado e zero regressões.
4. 🔀 Nunca push direto na main
Alterações entram exclusivamente via Pull Request / Merge Request auditado.
5. 👀 Auto-revisão antes do PR
Remover logs de debug, console.log, código morto, comentários temporários e credenciais.
6. 🔐 Zero segredos no Git
Nunca commitar senhas, tokens ou .env. Usar secrets do Vault e variáveis de deploy.
7. 📦 Zero dependências supérfluas
Verificar antes se o projeto já possui solução nativa ou biblioteca equivalente.
8. 🧱 Respeitar a arquitetura
Evitar duplicação (DRY), arquivos gigantes, funções multi-responsabilidade e gambiarras.
9. 🗄️ Banco exige migration
Nunca alterar banco de produção manualmente sem registro e versionamento formal.
10. 🔄 Rebase pré-PR
Fazer git pull/rebase da main e resolver conflitos localmente antes de submeter PR.
11. 📝 PR documentado
Explicar: o que foi alterado, motivo da alteração, como testar e possíveis impactos.
12. 🚨 Hotfix exige teste
Correções urgentes continuam exigindo branch isolada, commit e validação empírica.
13. 📚 Documentação sincronizada
Mudou configuração, API, arquitetura ou processo? Atualize README e documentação.
14. ☁️ Deploy pós-validação
Deploy em produção somente após validação. Nunca usar produção como ambiente de teste.
15. 🤝 Responsabilidade coletiva
Regra do Escoteiro: deixar o projeto em estado igual ou melhor do que encontrou.